Etiqueta: Povo Cigano

  • Orações e Decretos do Povo Cigano

    Orações e Decretos do Povo Cigano

    Orações e Decretos do Povo Cigano é um livro em PDF com 105 páginas apenas de orações e decretos do povo cigano.

    Ao todo, são 45 orações e decretos aos ciganos de várias hostes celestes e de Umbanda para combater energias negativas e fazer súplicas, como, por exemplo, pedir para a pessoa amada lhe desejar e pensar em você.

    São orações de louvor aos ciganos astrais, para consultar oráculos (leitura de cartas), direcionadas ao mentor espiritual cigano, para fortalecimento espiritual e união com a pessoa amada.

    Assim, é um livro indicado para quem quer amarrar a pessoa amada e fazê-la correr atrás, para quem quer proteção e amor, mas também saudar o Povo Cigano e ter o seu amparo e auxílio.

    Se você quer ter proteção e fazer pedidos para ter a ajuda dos Ciganos Astrais para trazer o amor de volta, remover obstáculos, empecilhos e inimigos, se libertar dos males, encontrar soluções e caminhos, atrair boas energias, perdoar e superar obstáculos… esse livro é para você!

    As orações deste livro vão ajudar você a atrair o homem que você quer, a combater a tristeza e a falta de fé, a ter sorte, proteção e riqueza e a fazer pedidos ao Povo Cigano.

    Se você quer encontrar um amor verdadeiro, se unir à pessoa amada de modo que ela jamais se afaste novamente, atrair homens, ser bela e sedutora, fazer amarração, trazer amor de volta, ou mesmo conquistar prosperidade, gratidão e proteção, as orações deste livro podem lhe ajudar, pois são todas direcionadas ao Povo Cigano, um povo de sucesso, simples e próspero, e cheio de boas vibrações para emanar para você!

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  • A Origem do Povo Cigano (Conto Cigano)

    A Origem do Povo Cigano (Conto Cigano)

    A origem do povo cigano, apesar de já ser muito estudada e documentada com fatos e dados reais, ainda é um assunto que fica envolvido em mistérios e fantasias, por ser um povo considerado mágico, errante e admirável.

    Por isso, há alguns contos que procuram promover a origem do povo cigano de uma forma mais surpreendente e imaginativa, de forma que permita dar espaço à concepções individuais.

    Confira, à seguir, um conto sobre a origem do povo cigano, e que mais parece um sonho.

    Uma antiga lenda fala de um povo que habitava o subterrâneo de uma ilha fantasma, perdida no meio do Oceano Atlântico.

    Essa ilha era permanentemente encoberta por denso nevoeiro, e somente um dia a cada sete anos tornava-se visível.

    Os habitantes desse lugar viviam nas escuras profundas, o que os tornava um povo privado de luz, do contato com diversos elementos da Natureza e, sobretudo, da liberdade.

    Os dias naquele lugar passavam sem que a população experimentasse qualquer fato novo, qualquer emoção, qualquer mudança numa entediante rotina.

    Predominavam a mesmice e a resignação. E foi assim que um rapaz, quando perambulava pelo lugar, avistou uma claridade em um canto e resolveu segui-la.

    Ele viu uma estreita passagem. Curioso, decidiu seguir em frente. Arrastou-se pela fenda, caminhou, escalou, saltou, até que se viu na superfície nunca antes pisada.

    A emoção que aquele homem sentiu, naquele momento, é indescritível. Imagine uma vida inteira transformada de um instante para outro.

    Viu a claridade jamais experimentada. Surpreendeu-se com as árvores imensas e os arbustos, e os pássaros, e o boi, e as borboletas, e o ribeirão, e as nuvens.

    Ficou em pânico quando o sol desapareceu, e a noite surgiu. E, com ela, uma misteriosa bola branca e arredondada.

    Ficou encantado com aquele manto bordado de muitos pontos luminosos, uns mais fortes, outros mais fracos. Caminhou, caminhou, até que, exausto, adormeceu.

    Acordou com a claridade, e viu-se cercado de gente curiosa, mas amistosa. Contou a sua história e ouviu a deles. Comeram, cantaram e dançaram em torno da fogueira, quando o céu novamente enegreceu.

    Passada uma semana, a saudade de seu povo apertou. Ele prometeu voltar, mas embrenhou-se pelo mesmo caminho e retornou à profundeza.

    De volta, foi recebido com festa, mas também com recriminação. Seu lugar era aquele e qualquer outro era proibido, devendo ser esquecido como um sonho mau.

    Mas o rapaz falou:

    – Como a claridade, o céu azul, as nuvens, as estrelas, o horizonte podem ser maus?

    Ele teve vontade de ter aquilo tudo como um direito e não como uma aventura proibida. Logo, não apenas ele, como todos aqueles aos quais relatou sua maravilhosa experiência, foram tomados por uma onda de inconformismo e de curiosidade.

    Queriam a luz, o sol, o verde, a liberdade. Queriam a vida. E por ela foram até a divindade. Generosa e compreensiva, a divindade atendeu ao pedido daquela gente essencialmente boa e disse:

    – Vocês estão livres para viver na superfície, mas existem condições: vocês não terão uma terra sua para que possam conhecer todas as terras. Serão errantes e terão carroças como casas. Terão, assim, uma vida de magia, alegria e encantamento. E serão filhos do vento, do sol, da lua e das estrelas.

    E assim foi feito e surgiu o povo cigano.

    Adaptação de Augusto Pessôa

  • Oração do Grande Rei Cigano para Saudação do Povo Cigano

    Oração do Grande Rei Cigano para Saudação do Povo Cigano

    Essa oração do Grande Rei Cigano é indicada para saudar o povo cigano espiritual, ou seja, cumprimentar essas forças e invocá-las para afugentar maus espíritos e obter proteção.

    Se você quer sentir a presença cigana, faça essa oração.

    Oh! Poderoso Grande Rei Cigano, que nessa hora venho saudar. Saúdo as forças das estrelas. Saúdo as ondas do mar. Saúdo todas tribos ciganas, que nessa hora estou à invocar, pedindo licença ao teu povo para trabalhar.

    Saúdo as montanhas, os vales, as gotas de orvalho, as areias… Teu povo dança feliz invocando a vida e a beleza. Em suas músicas, há a graça do bailar livre em liberdade a sonhar.

    Teus tesouros são infinitos, porque nem um preço pode pagar o valor da liberdade dos pés descalços a caminhar. Tuas joias tem o brilho mais caro.

    Teus homens ciganos põem a mão ao peito para seu talismã esquentar. Tuas mulheres abanam seus leques para os maus espíritos afugentar.

    Tuas fogueiras possuem as salamandras mais altas que nos olhos de teu povo sabem brilhar. Aquece-nos agora, oh Grande Rei, para que essa oração não possa acabar, enquanto um cigano olhando ao céu orar.

    Amém.